Com o aumento progressivo de implantes de marcapassos e CDI no Brasil, cresce também a demanda por procedimentos de extração de eletrodos. Embora sejam projetados para uso a longo prazo, os eletrodos podem apresentar a necessidade de remoção por diversos motivos e isso traz desafios clínicos relevantes.
Segundo a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC), os principais motivos para extração de eletrodos são:
- Infecção do sistema;
- Disfunção mecânica do eletrodo;
- Necessidade de upgrade do dispositivo;
- Fraturas ou mau contato nos cabos;
- Recall de fabricantes.
O que acontece se não remover?
A permanência de eletrodos desativados, fraturados ou infectados no organismo pode causar sérias complicações. Dentre as principais, destacam-se:
- Infecção sistêmica (endocardite, sepse);
- Trombose venosa e obstrução de veia cava superior;
- Perfuração de átrio, ventrículo ou vasos;
- Interferência em novos implantes (overlap de cabos);
- Migração do eletrodo abandonado, com risco de embolia ou dano a estruturas adjacentes.
A tecnologia como aliada da segurança Para evitar complicações e garantir uma remoção eficaz, é essencial utilizar ferramentas específicas e projetadas para esse fim. Oferecemos soluções modernas para procedimentos de extração em diferentes contextos anatômicos.
TightRail
A TightRail foi projetada com um eixo mais flexível do que outras bainhas mecânicas, para que você possa permanecer coaxial ao eletrodo. A tecnologia exclusiva do eixo permite manter a progressão através de vasculatura tortuosa e lesões fibróticas e calcificadas comumente encontradas.
- Para vasculatura tortuosa e tecidos fibrosados;
- Eixo flexível com rotação bidirecional (574°);
- Lâmina blindada e controle preciso de contra tração;
- Alta taxa de sucesso em extrações complexas.
TightRail Sub-C
Para região subclávia com fibrose e calcificação. Ponta flexível + haste rígida para empurrabilidade e rastreabilidade. Lâmina de baixo perfil com rotação segura. Minimiza o risco de trauma vascular em regiões críticas. Rotacional e bidirecional.
Prevenir é sempre a melhor escolha A decisão de extrair ou abandonar um eletrodo deve ser feita com base em critérios clínicos, mas nunca negligenciando os riscos da permanência desnecessária no organismo.
Com 40 anos de experiência, a Biomedical oferece suporte técnico, e dispositivos aprovados internacionalmente para garantir segurança e precisão em cada extração. Fale com um de nossos especialistas para uma avaliação técnica e personalizada.
Fonte: Diretrizes da SOBRAC para Implante e Seguimento de Dispositivos Cardíacos Eletrônicos – 2021.
Fonte: HRS Expert Consensus Statement on Lead Extraction – 2017. SOBRAC, 2021 – Complicações associadas ao abandono de eletrodos. Além disso, eletrodos não funcionais dificultam exames de imagem como RM e aumentam a complexidade de futuras intervenções.
Atenciosamente,
Equipe Biomedical